15 de agosto de 2010

Mais uma descoberta

Sabe aquelas coisas que você nunca se imagina fazendo?
Eu sempre me pego pensando nisso, muitas delas por ser
uma pessoa um tanto quanto medrosa, dessas que não são muito chegadas
a aventuras.
Me lembro que quando via alguém correndo nessas maratonas
pensava: "Isso é coisa de doido nunca faria isso".
Certa vez, até fui obrigada a corre pra fazer um teste de capacidade
física, que era uma das etapas de um concurso em que havia passado.
Tinha que correr 1.800m em 12 minutos, e corria pela obrigação
chingando de dor e sonhando em fazer logo o teste para nunca mais
precisar correr de novo. E assim foi: treinei, fiz o teste , passei e não precisei
me esforçar novamente.
Quando mudei para Salvador todo final de semana estava na praia, em um desses dias,
meu marido me fotografou a distância como se fosse um paparazzo atrás
de uma celebridade,sem eu perceber. Ao chegar em casa quando vi aquelas fotos não me reconheci nelas. Não sabia se era uma baleia encalhada, ou um trator na areia com aqueles pneuzões.
Fiquei tão desesperada que resolvi correr, mas o desespero era tão grande que não
consegui esperar o outro dia e como já era noite, coloquei meu tênis e corri 30 minutos
dentro do meu apartamento, da ´porta da sala , passando pelo corredor e retornando no banheiro. Hilário.
No outro dia acordei cedo e fui correr em volta de um lago , como já tinha corrido aqueles 12 minutos por obrigação, me concentrei nesses tempo, era o mínimo que poderia fazer. Sem me preocupar com a distância a cada dia que passava aumentava um minuto. Em um segundo momento passei a marcar a distância percorrida e aumentava dia após dia pelo menos 100 metros.
Me lembro que o lago tinha 2.600 metros e sonhava com o momento em que daria volta
nele, em menos de duas semanas meta concluída e hoje corro 4 km objetivando dar duas voltas
nesse lago.
Resultado dessa história: nem sei se perdi o peso que precisava, mas sinto um enorme prazer ao terminar uma corrida e superar minhas marcas, me sinto disposta e animada.
Mas o mais bacana disso foi e descobrir na prática o que aqueles doidos da maratona
sentem ao cruzar a linha de chegada.

O casamento da década

Ao passar por uma banca me deparei com uma revista
que na capa anunciava " Casamentos da década" não comprei e nem parei
para ler, mas estou certa que não fui entrevistada e nem fotografada para
fazer parte desse ranking, e me senti frustrada por isso.
Apesar de não ter casado na igreja, tampouco no civil, nem ter feito um desses festões e simplesmente ter "juntado os trapos"
com meu namorado por estar grávida, considero meu casamento "o casamento do século", porque não?
São 9 anos juntos, passando por muitas situações entre brigas, perrengues financeiros , insegurança etc... e mesmo assim estamos aqui, firmes e fortes.
Gastamos menos que o Pato e a Esteffany Brito, mas nosso amor durou, e
hoje além da nossa filha que serviu como aliança da nossa relação
temos um filho também, e sabemos que somos uma bela família dessas dignas de capa de revista.

22 de maio de 2010

Nunca é tarde

Como é bom descobrir um novo prazer depois de certa idade.
Meu marido com 31 e eu com 28, depois de 2 filhos e muita
dedicação, descobrimos um novo hobby.
Ele está encantado pela arte de fotografar, comprou uma máquina bacana,
vive comprando revistas especializadas e quando vai ao shopping adora
descobrir novos acessórios para potencializar a qualidade do equipamento.
Eu, despertei em algo que a princípio seria meu fardo, minha obrigação de cada dia,
uma forma de me divertir.
Cozinhar, esse é meu prazer.
Adoro inventar, procurar receitas, experimentar... Que coisa boa.
E quando arranco elogios dos meus filhos e do meu marido.
Uhuuuuu! aí então, o êxtase é total.







As fotos são resultados da mistura do meu prazer

com o do Wagner, meu marido.

21 de maio de 2010

O ultrapassado dia das mães

Esse ano fui convidada para a festa das mães
na escola dos meus filhos.
Meu Deus!!! Tudo se renova menos as
festas escolares para as mães.
A primeira situação: como tenho dois filhos
fiquei sem saber o que fazer, já que sou só uma e as crianças
ficavam implorando:
_Mãe vai na minha primeiro?!?
Que sufoco! Corria igual uma maluca de um lado para o outro.
A única coisa boa, foi o fato de comer nas duas salas.
Mas o pior de tudo isso, e que nem me atingiu por ser uma
mãe presente e que não trabalha, é que as escolas não entenderam que
hoje as famílias não são as tradicionais com mãe, pai e filhos todos felizes e contentes.
Infelizmente, existem mães que trabalham, que morreram , que abandonaram os maridos
com os filhos e daí, nem sempre essa mãe poderá participar da festinha, porque quem faz
o papel de mãe é a avó, a tia , a irmã, o pai...
Enfim, dói meu coração olhar aquelas crianças que
por diferentes motivos não puderam ter presente a mãe na confraternização.
Por que não confraternizar a família?
O mesmo pode acontecer no dia dos pais.
Sem medir as consequências a escola acaba colocando a família
em situação complicada.
O pai ou a mãe não deixa de participar porque não ama o filho, mas
é isso que a criança pensa.
Normalmente ela se sente pior do que as outras e excluída
da situação.
Por isso, homenagear a família, indiferente de que membro, seria
uma ótima solução para os distintos modelos de família
existentes na sociedade mais do que moderna.
E viva a família!

Salvador é o que cantam?

Nunca gostei de música baiana, mas agora não só não
gosto como odeio.
Nasci e fui criada em Brasília e aos 28 anos tive que
mudar de estado.
Adivinhem onde vim parar?
Salvador, Bahia.
Foi nessa mudança que constatei que músicas baianas
além de chatas, são mentirosas.
Não são essas músicas que cantam as belezas da Bahia?
De Itapuã e Farol da Barra?
Será que eles esqueceram ou realmente omitiram
a sujeira e o mal cheiro dessa cidade?
Gente vamos combinar, realmente Deus fez sua parte
e os antigos moradores também contribuiram com a bela arquitetura.
Mas o povo de hoje , está "cagando e andando" pra cidade. E quando digo cagando
é literalmente cagando.
Esses dias fui à praia do Farol da barra e deparei com dois "cocôzões" humanos na areia.
Quando morava em Brasília, achava o fim: cachorrinhos defecarem nas ruas e os donos não
limparem. Agora são os donos que defecam.
Praias sujas onde ninguém encontra lixeiras, mas isso não é desculpa, eu já trouxe dois cocos
na mão ate o lixo da minha casa.
Um mix de descaso do governo com falta de educação.
É uma pena, poderia ser delicioso morar nessa cidade, ainda mais para uma pessoa
do cerrado.
O jeito é esperar o fim de semana ou feriado e ir para o litoral norte. Lá sim,
praias belas onde as pessoas sabem aproveitar melhor.

5 de março de 2010

Nossa!
Criei esse blog como uma exigência das aulas de
Webjornalismo e o tinha abandonado desde que
concluí a matéria, acho que em junho de 2009.
Estou pensando em voltar a escrever, o título
é tão bom, apesar de na aula nem professor nem colegas
de classe ter entendindo, me lembro que pensei em algo
que incluísse uma infinidade de assuntos, enquanto
meus colegas colocaram títulos relacionados ao jornalismo
ou à vida acadêmica.
Acho que aqui conseguirei me expressar, já que sou uma mãe
que gosta de cozinhar, recém mudada de estado, perdida quanto
à realização profissional. Sim, será bacana.
Vou fazer sem muito compromisso, acho que incluir minhas receitas,
desabafos e afins.

10 de fevereiro de 2009

JORNALISMO, ISSO É BOM...

Cursar faculdade de jornalismo, isso me faz bem.
Não só por estar estudando, algo que ao meu ver é imprescindível, mas o fato de ser jornalismo.
O curso é muito dinâmico.
Muito é experimentado durante as aulas, desde redações, fotografias e até o telejornalismo.
Mas o maior de tudo, é a forma crítica em que se começa a enxergar os meios de comunicação.
Começamos a pensar profundamente no que estes nos oferecem.
A forma apelativa e comercial em que os programas de um modo geral são propostos cria uma curiosidade nos futuros profissionais.
A gente sente uma enorme vontade de entrar e transformá-los em em algo mais consciente e democrático.